Para relembrar e curtir, em 2009, a Câmara Municipal do Rio de Janeiro rendeu homenagens ao talento do compositor potiguar Dudé Viana, em razão ao dia do compositor. Dudé recebeu o gesto de reconhecimento ao seu trabalho - iniciado desde a década de 70 na Cidade carioca - ao lado de colegas compositores e poetas. E no mês de março do mesmo ano, a Câmara Municipal de Apodi conferiu o título de cidadão apodiense a Dudé Viana, pelo relevante trabalho cultural prestado à cidade do Apodi.
Boas-vindas ao blog do cantor e compositor Dudé Viana (José Viana Ramalho)! Contatos: 55 (84) 99648.7947 (Whatsapp), e-mail: dudeviana@gmail.com, Facebook/Dudé Viana, Youtube/Dudé Viana, X/Dudé Viana, Instagram/Dudé Viana.
domingo, 4 de agosto de 2013
terça-feira, 30 de julho de 2013
LUÍS DA CÂMARA CASCUDO É POTIGUAR IMORTAL
Esse mote abaixo foi feito pelo poeta-cordelista Marciano Medeiros para relembrar os 27 anos da morte do professor e escritor Luís da Câmara Cascudo, ocorrido em 30 de julho de 1986.
Foto: Reprodução/Internet
Mestre Câmara Cascudo
Luís da Câmara Cascudo
É potiguar imortal
Mote
e texto: Marciano Medeiros
Era
mestre inigualável
Sublime
pesquisador,
Jornalista
e tradutor
De
saber inesgotável,
Hoje
em plano imponderável
É
relembrado em Natal
Este
escritor genial
Sabia
de quase tudo,
Luís
da Câmara Cascudo
É
potiguar imortal.
Foi o
“príncipe do Tirol”
Vivendo
sonho dourado
No
mais sublime reinado
Contemplava
o arrebol,
Chamou
de “Noiva do Sol”
Nossa
linda capital,
Andou
na terra do sal
Fazendo
bastante estudo,
Luís
da Câmara Cascudo
É
potiguar imortal.
Amava
ser professor
Falando
com elegância
Por
não mostrar petulância
Sobreviveu
seu valor,
Este
famoso escritor
Viveu
de modo legal
Sem
atitude banal
Nunca
teve humor sisudo,
Luís
da Câmara Cascudo
É
potiguar imortal.
Nas
margens do Potengi
Observou
os crepúsculos
Depois
em grandes opúsculos
Mostrou
o que viu ali,
Sem
jamais sair daqui
Lançou
livro em Portugal
Seu
trabalho especial
É
portentoso e graúdo,
Luís
da Câmara Cascudo
É
potiguar imortal.
Seu
nome tem projeção
No
cenário brasileiro
Com
estilo verdadeiro
Engrandeceu
a Nação,
Viajou
pelo sertão
Pisando
no carrascal
Sem
fugir de temporal
Foi
viajante taludo,
Luís
da Câmara Cascudo
É
potiguar imortal.
Olhava
as águas do mar
Com
sublime nostalgia
Na
sua voz traduzia
A
beleza singular,
O
Mestre espetacular
Tinha
saber anormal
Descrevia
o litoral
Sem
precisar ser posudo,
Luís
da Câmara Cascudo
É
potiguar imortal.
Amava
nossa cultura
De
maneira desmedida
Escreveu
por toda a vida
Com
muita desenvoltura,
Fazia
literatura
Bastante
nacional
Formou
nome mundial
Sem
precisar ser sortudo,
Luís
da Câmara Cascudo
É
potiguar imortal.
Foi
redator opulento
Com
estilo inimitável
Tinha
verve insuperável
Sempre
mostrava talento,
Andava
de modo lento
Sendo
muito liberal
O
cidadão genial
Viveu
sem ser carrancudo,
Luís
da Câmara Cascudo
É
potiguar imortal.
domingo, 28 de julho de 2013
O NOSSO DVD
AMIGOS, A APRESENTAÇÃO DO NOSSO DVD AO PÚBLICO SERÁ NA ORDEM
DA GRAVAÇÃO, COMEÇANDO PELA REGIÃO OESTE POTIGUAR. JÁ ESTAMOS ARTICULANDO PARA NOS
DIAS 23 E 24 DE AGOSTO APRESENTAR NAS CIDADES DE CARAÚBAS E APODI, EM SETEMBRO
SERÁ A VEZ DE NATAL. E DEPOIS, DE ACORDO
COM APOIO DE AMIGOS, FAREMOS AS CIDADES DE MACAPÁ, RIO DE JANEIRO E BRASÍLIA.
Capa
Contracapa
sexta-feira, 26 de julho de 2013
PARA RECORDAR O MESTRE DOMINGUINHOS
Fica para nós a saudade do grande sanfoneiro Dominguinhos, morto terça-feira passada (23), por complicações cardíacas e infecciosas, aos 72 anos, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, e sepultado nesta quinta-feira (25), em Recife.
Foto: Reprodução/Internet
José Domingos de Morais, mais conhecido como Dominguinhos, nasceu em Garanhuns, no dia 12 de fevereiro de 1941. Instrumentista, cantor e compositor, ele começou a carreira no trio de irmãos Os Três Pinguins, quando tinha sete anos. Em uma das apresentações, o grupo tocou para Luiz Gonzaga, que encantado com a habilidade do menino resolveu apadrinhá-lo. Em 1954, foi para o Rio de Janeiro tentar construir sua carreira.
Na capital carioca, ganhou uma sanfona de Luiz Gonzaga e formou com Miudinho e Borborema o Trio Nordestino. Através de Pedro Sertanejo, em 1968, ele conheceu em uma turnê a cantora Lucinete Ferreira, mais conhecida como Anastácia, que viria a se tornar sua segunda mulher, além de parceira musical em mais de duas centenas de canções de sucesso como Eu Só Quero Um Xodó, Tenho Sede, Saudade Matadeira e Forró em Petrolina.
terça-feira, 16 de julho de 2013
segunda-feira, 15 de julho de 2013
DA TRANSCENDÊNCIA À IMANÊNCIA
Na quinta feira, 4, do mês corrente, a convite da minha
prima professora Gina Benevides, eu fui ao
lançamento do livro “DA TRANSCENDÊNCIA À IMANÊNCIA - O ENSINO RELIGIOSO NO RIO
GRANDE DO NORTE”, da autora Josineide Silveira de Oliveira, na Livraria Saraiva
do Midway Mall Shopping, em Natal.
Um quarteto formado pelo professor da Escola de Música da UFRN, Rodrigo Gouveia (flauta transversal), Hugo Nascimento (violino), Ademaci Jr (teclado) e a cantora Angelita Cleys recepcionaram os convidados com clássicos da MPB como “Carinhoso” (Pixinguinha e João de Barro) e “Andança” (Edmundo Souto, Danilo Caymmi e Paulinho Tapajós), entre outros.
Um quarteto formado pelo professor da Escola de Música da UFRN, Rodrigo Gouveia (flauta transversal), Hugo Nascimento (violino), Ademaci Jr (teclado) e a cantora Angelita Cleys recepcionaram os convidados com clássicos da MPB como “Carinhoso” (Pixinguinha e João de Barro) e “Andança” (Edmundo Souto, Danilo Caymmi e Paulinho Tapajós), entre outros.
“O livro é a celebração de uma bem-sucedida experiência do ensino religioso no Rio Grande do Norte.
Problemas? Dificuldades? Insuficiências? Necessidade de autocrítica para
lapidar essa experiência? Sim! Mas esses problemas e insuficiências são
aludidos aqui de forma secundária, uma vez que o livro tem como propósito encorajar
os professores do ensino religioso nas suas práticas educativas cotidianas.
Por isso, Josineide decide iluminar e dar destaque aos fluxos de vida, grávidos de possibilidades, e não às necroses , às dificuldades. Movida pelas ideias de Henri Atlan, Baruch Spinoza, André Comte-Sponville e Edgar Morin, a autora aposta no otimismo; no signo da esperança; na relação entre determinismo e liberdade; em uma educação do sujeito em harmonia com os mistérios do sagrado – vivido em sua imanência. SEMPRE!”
– Diz: Maria da Conceição Xavier de Almeida (professora titular do Centro de Educação da UFRN) no prefácio coerente com o excelente texto e a organização do livro.
Valeu quarteto! Parabéns escritora, sucesso!
Por isso, Josineide decide iluminar e dar destaque aos fluxos de vida, grávidos de possibilidades, e não às necroses , às dificuldades. Movida pelas ideias de Henri Atlan, Baruch Spinoza, André Comte-Sponville e Edgar Morin, a autora aposta no otimismo; no signo da esperança; na relação entre determinismo e liberdade; em uma educação do sujeito em harmonia com os mistérios do sagrado – vivido em sua imanência. SEMPRE!”
– Diz: Maria da Conceição Xavier de Almeida (professora titular do Centro de Educação da UFRN) no prefácio coerente com o excelente texto e a organização do livro.
Valeu quarteto! Parabéns escritora, sucesso!
sábado, 13 de julho de 2013
Ontem foi um dia especial para mim
Ontem foi um dia muito especial para mim, foi concluída a
edição do DVD “O Andarilho das Canções Dudé Viana e amigos”. Depois de seis discos, dois de vinil e quatro
CDs, a minha sétima obra é um DVD feito com muita dedicação.
Agora vamos esperar ganhar mais grana para fabricar e lançar
o nosso trabalho. Sou um artista independente e vivo exclusivamente das minhas
produções musicais, que caminham devagarinho. Mas só para lembrar: a tartaruga
anda devagar e vive 200 anos...
Foto: Márcio Batista
Dudé Viana - palco Marco Zero do Equador, Macapá/AP,
20/03/2013.
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